17 a 19 de julho de 2025 | São Paulo | Distrito Anhembi

Sua virada começou!

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um dos transtornos do neurodesenvolvimento mais comuns na infância. Estima-se que ele afete até 7% das crianças e adolescentes no Brasil, com sintomas que costumam surgir antes dos 12 anos — ainda que muitos só recebam o diagnóstico bem mais tarde, quando os prejuízos já se acumularam.

Rótulos como “preguiçoso”, “desatento”, “agitado demais” ou “difícil de lidar” ainda substituem o diagnóstico clínico em milhares de casos. Crianças com TDAH muitas vezes passam pela escola e pela infância inteira sem acolhimento adequado, colecionando dificuldades acadêmicas, baixa autoestima, problemas de comportamento e conflitos familiares — que poderiam ser evitados com uma intervenção precoce e baseada em evidências.

Essa negligência na infância tem consequências a longo prazo. Hoje, cresce o número de adultos que recebem o diagnóstico de TDAH apenas depois dos 30, 40 ou 50 anos de idade — após anos de sofrimento emocional, instabilidade profissional e uso de estratégias ineficazes para lidar com os sintomas. O que poderia ter sido identificado com clareza na infância, acabou sendo interpretado como falha de caráter.

É nesse cenário que o Congresso Aprender Criança 2025 reafirma seu compromisso com a formação séria, multidisciplinar e baseada na ciência. Este ano, o TDAH ocupa lugar de destaque na programação: serão 12 palestras e debates especializados, além de um Neurolunch internacional, com a participação dos maiores nomes da área no Brasil e no mundo.

Entre os destaques internacionais estão:

  • Samuele Cortese (University of Southampton – Inglaterra), um dos principais pesquisadores mundiais em TDAH, com foco em tratamentos baseados em evidências e comorbidades clínicas;
  • Maggie Sibley (University of Washington – EUA), referência em intervenções não farmacológicas e estratégias familiares com adolescentes.

A programação também contará com temas fundamentais como diagnóstico diferencial, farmacoterapia, perfis de apego, cognição social, TDAH em contextos escolares e estratégias de individualização do tratamento, apresentados por especialistas como Marco Arruda, Luis Augusto Rohde, Arthur Caye, Eugênio Grevet, Renato Arruda, Tiago Figueiredo, Rubens Wajnsztejn e Iane Kestelman.

Mais do que acompanhar o aumento no número de diagnósticos, o Aprender Criança propõe atuar na base da questão: formar profissionais capazes de reconhecer os sinais do TDAH logo nos primeiros anos de vida e oferecer caminhos efetivos de intervenção, com escuta qualificada, avaliação criteriosa e tratamento humanizado.

Porque quando o diagnóstico vem cedo, o futuro muda. E cada criança compreendida a tempo é um adulto que não vai crescer se perguntando o que há de errado com ele.

O TDAH não pode continuar sendo ignorado.

Participe do Congresso Aprender Criança 2025 e prepare-se para fazer a diferença desde o começo.

Responsável Técnico: Dr. Marco Arruda - CRM 55157 | RQE 119932

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